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28/11/2025
O Programa Participa Minas promoveu o seu primeiro seminário nesta sexta-feira (28), no auditório do Ministério Público Federal-MG (MPF), em Belo Horizonte. O evento contou com a participação do reitor da UFV e presidente do Fórum das Instituições Públicas de Ensino Superior de Minas Gerais (Foripes-MG), Demetrius David da Silva, do procurador federal Carlos Bruno Ferreira da Silva e dos coordenadores e representantes dos 14 projetos selecionados no primeiro edital do Programa.
Da esq. à dir., o reitor da UFV, Demetrius David da Silva, e o procurador da República Carlos BrunoO procurador da República Carlos Bruno afirmou que a parceria com as universidades federais do Foripes-MG para financiamento de propostas voltadas ao desenvolvimento sustentável e mitigação dos impactos da mineração no estado é a iniciativa da qual mais se orgulha em trabalhar nesses seus cinco anos de atuação na área ambiental do MPF. Ele elogiou o trabalho da UFV e da Fundação Arthur Bernardes na condução dos projetos com “extremo profissionalismo e prestação de contas adequada e correta”, conforme a resolução conjunta para aporte de recursos exigia, desde o início da parceria.
Carlos Bruno ainda ressaltou que projetos, como os do Participa Minas, são essenciais para transformar a economia mineira e possibilitar a redução dos efeitos da atividade minerária. “Esse Programa pode ter um caráter multiplicador dentro do MPF enorme, incentivando com que outros procuradores da república busquem apoiar projetos assim, que possibilitem mudanças na sociedade”.
Demetrius David da Silva lembrou que a parceria para o Programa iniciou em um contato dele, como reitor da UFV, com o procurador Carlos Bruno e que, ao perceber o alcance que a iniciativa poderia ter, decidiu continuar a articulação como presidente da Foripes-MG. O intuito era demonstrar a qualidade das universidades federais de Minas Gerais, além de possibilitar a oportunidade de todas elas apresentarem os trabalhos que são capazes de desenvolver.
O presidente do Foripes-MG destacou que a parceria estabelecida com o Programa é inédita no MPF. “Nós abrimos uma porta muito promissora, que requer responsabilidade também de cada um dos projetos contemplados, já que, a depender dos resultados, que são muito promissores, podemos dar continuidade a outras edições do Programa”. Ele indicou também que essa parceria é essencial diante do cenário de redução do orçamento das instituições federais de ensino. “É preciso encontrar alternativas para custear os projetos das universidades. Essa captação externa é fundamental para continuarmos tendo os nossos diferenciais que são a qualidade, a ciência, tecnologia e inovação. Queremos mostrar que dá certo investir em projetos de universidade federais, como os do Participa Minas".
Ainda segundo o reitor da UFV, os projetos do Programa já têm rendido frutos. Um deles, intitulado Intensificação de sistemas de produção de leite a pasto para melhorar o balanço de carbono em regiões impactadas por rompimentos de barragens de mineração, coordenado pela professora da UFV Polyana Pizzi Rotta, foi escolhido para representar o MPF na Conferência do Clima COP-30.

Além das falas dos representantes do Participa Minas, o I Seminário contou com a apresentação dos 14 projetos da primeira edição do Programa, que foram selecionados no último ano e têm previsão de encerramento para o final de 2026.
Como destacou o pró-reitor de Extensão e Cultura da UFV, Ambrósio Ferreira Neto, responsável pela coordenação do edital, “o Participa Minas já é um sucesso, pela qualidade dos projetos e engajamento dos professores, técnicos e estudantes em trabalhar em temas relacionados às dificuldades do setor minerário em Minas Gerais”. Ao longo desse primeiro ano, foram feitas prestações de contas recorrentes ao MPF, com vários relatórios formais de execução orçamentária. "A realização do seminário é uma forma de finalizar esse primeiro ano de atividades e possibilitar com que todos os coordenadores apresentem seus projetos, se conheçam melhor e discutam os resultados já obtidos".
Nesta primeira edição, foram selecionados três projetos de cada uma das universidades federais de Viçosa (UFV), Ouro Preto (Ufop), Lavras (Ufla) e Minas Gerais (UFMG), além de um de Juiz de Fora (UFJF) e outro de Alfenas (Unifal).
Estes são os nomes e os respectivos coordenadores dos projetos:
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