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07/08/2025
O reitor e presidente do Fórum das Instituições Públicas de Ensino Superior de Minas Gerais (Foripes), Demetrius David da Silva, participou na tarde de terça-feira (5), em Brasília, de uma reunião técnica dos membros da Comissão Externa da Câmara dos Deputados destinada a fiscalizar os rompimentos de barragens, sobretudo as de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais. O encontro teve como pauta a atuação das Instituições de Educação no processo de reparação da bacia do Rio Doce e foi realizado na Câmara dos Deputados, com a presença de reitores e representantes das Universidades e Institutos Federais de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de representantes dos Ministérios da Educação (MEC), Minas e Energia (MME), Ciência, tecnologia e Inovação (MCTI) e da Secretaria de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República.
Foto: Assessoria Especial de Comunicação da Casa CivilA Comissão foi criada a partir de requerimentos dos deputados Rogério Correia e Padre João (PT-MG) e Helder Salomão (PT/ES). Seu objetivo, segundo documentos da Casa Legislativa, é acompanhar a repactuação do acordo para reparação dos danos sofridos pelo meio ambiente na Bacia do Rio Doce e comunidades atingidas.
Segundo o reitor da UFV, que compôs a mesa diretiva dos trabalhos, embora a Rede de Instituições Federais esteja trabalhando intensamente em projetos de reparação, esta foi a primeira vez que os dirigentes das Universidades, CEFET e Institutos Federais de Minas Gerais e do Espírito Santo foram ouvidos enquanto rede de instituições comprometidas com as comunidades da bacia do Rio Doce. “Queremos que os 19 Ministérios envolvidos no Acordo de Reparação possam aproveitar melhor os trabalhos que já foram realizados ao longo dos últimos dez anos e nos colocamos à disposição do Governo para entregar, o mais rápido possível, as respostas que as comunidades esperam e merecem após a tragédia que viveram".
Os desastres envolvendo o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, em novembro de 2015, e da barragem B1, da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, em 2019, causaram a morte de cerca de 300 pessoas e impactos severos nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, em especial nas comunidades e municípios da Bacia do Rio Doce.
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