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23/03/2020
A UFV colocou à disposição do Governo de Minas Gerais a estrutura de quatro laboratórios especializados em pesquisas com vírus para realização de testes para coronavírus. Se for autorizada pelas autoridades competentes, a Universidade poderá realizar em torno de 200 testes por dia, com a liberação dos resultados em até dois dias.
Até o momento, a Fundação Ezequiel Dias (Funed) é a única instituição autorizada a realizar os testes em Minas Gerais, porém, a capacidade produtiva é insuficiente para dar conta do número crescente de casos suspeitos. Por isso, em conjunto com o Ministério da Saúde, a Fundação está elaborando critérios para que outros laboratórios possam realizar as análises em regime de excepcionalidade. “Nós já respondemos aos questionamentos e mostramos que a Universidade Federal de Viçosa tem condições técnicas adequadas para a realização dos testes, mas é preciso aguardar a autorização, afirma a professora Poliane Alfenas Zerbini, responsável pelo Laboratório de Vírus do Departamento de Microbiologia.
A UFV poderá realizar as análises das amostras de pacientes com suspeita de coronavírus nos seguintes locais: Laboratório de Vírus, sob coordenação da professora Poliane Alfenas Zerbini (DMB); Laboratório de Ecologia e Evolução de Vírus, coordenado pelo professor Francisco Murilo Zerbini(DFP), Laboratório de Imunobiológicos e Virologia Animal, coordenado pelo professor Abelardo Silva Júnior (DVT) e Laboratório de Genética Ecológica e Evolutiva, no campus Rio Paranaíba, coordenado pelos professores Rubens Pasa, Karine Kavalco e Pedro Ivo Good God.
Os pesquisadores esclarecem que a realização dos testes não implica em risco para a UFV uma vez que as coletas de materiais para exames são realizadas por médicos e outros profissionais de saúde nas unidades de atendimento. “Após a coleta, antes de ser transportada para o laboratório, a amostra a ser analisada recebe uma solução que destrói o envelope de lipídeo, inativando o vírus”, explica o professor Murilo Zerbini.
A UFV também já levantou os custos para a realização dos testes e aguarda as orientações da Funed para organizar as operações necessárias para compra de material e disponibilização de mão de obra.
Além dos testes para determinar se pacientes estão infectados, os laboratórios também têm estrutura para realizar o sequenciamento do genoma do coronavírus. “Este trabalho ajuda a elucidar questões relacionadas a dispersão e a evolução desse vírus que podem embasar decisões relacionadas a medidas de contenção da epidemia” , explica Poliane Zerbini.
Para o reitor Demetrius David da Silva, a Universidade está aberta a colaborar em tudo o que for possível para minimizar os danos causados pelo coronavírus. “Nossa estrutura de pesquisa está à disposição e nossos pesquisadores mostram uma enorme boa vontade em colaborar”, disse o reitor. Ele lembra ainda que os países que tem realizado os testes massivamente estão se mostrando mais eficientes nas estratégias de controle da epidemia.
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